Criar uma Loja Virtual Grátis

A Arca de Nóe

A Arca de Nóe

  Mundo Cientifico                     Publicado por Paulo Roberto em 02-02-2018 as 16:30 hs

 

 

Mundo Cientifico: Veja aqui um estudo

cientifico sobre “A Arca de Nóe” e

sua historia

 

A Arca de Noé é o barco na narrativa do dilúvio de Gênesis (Gênesis capítulos 6-9) pelo qual Deus poupou Noé, sua família e todos os animais do dilúvio.

Segundo o Gênesis, Deus deu a Noé instruções para construir a arca. Sete dias antes do dilúvio, Deus disse para Noé entrar na arca com sua família e os animais. A história passa a descrever a arca navegando durante o dilúvio e o posterior recuo das águas, até seu encalhe no Monte Ararat.

A história se repete, com variações, no Alcorão, onde a arca aparece como "Safina Nuh". O dilúvio da narrativa de Gênesis é semelhante a inúmeros outros mitos de inundação de diversas culturas. O escrito mais antigo conhecido é o mito de inundação sumério encontrado no Épico de Ziusudra.

 

Veja aqui um estudo cientifico sobre “A Arca de Nóe” e sua historia

 

Narrativa em Gênesis

A história de Arca de Noé, de acordo com os capítulos 6 a 9 do livro do Gênesis, começa com Deus observando o mau comportamento da Humanidade e decidido a inundar a Terra e destruir toda vida. Deus encontrou um bom homem, Noé, "um virtuoso homem, inocente entre o povo de seu tempo", e decidiu que este iria preceder uma nova linhagem do homem. Deus disse a Noé para fazer uma arca e levar com ele a esposa e seus filhos Shem, Ham e Japheth, e suas esposas. E, de todas as espécies de seres vivos existentes então, levar para a arca dois exemplares, macho e fêmea.

A fim de fornecer seu sustento, disse para trazer e armazenar alimentos. Noé, sua família e os animais entraram na arca e "passados 7 dias foram quebrados todos os fundamentos da grande profundidade e as janelas do céu foram abertas, e a chuva caiu sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites". A inundação cobriu mesmo as mais altas montanhas por mais de seis metros (20 pés), e todas as criaturas morreram; apenas Noé e aqueles que com ele estavam sobre a arca ficaram vivos. A história do Dilúvio é considerada por vários estudiosos modernos como um sistema de dois contos ligeiramente diferentes, entrelaçados, daí a pois aparente incerteza quanto à duração da inundação (quarenta ou cento e cinquenta dias) e o número de animais colocados a bordo da arca (dois de cada espécie, ou sete pares de alguns tipos).

Em relação a inundação a Bíblia narra que choveu durante 40 dias e 40 noites, e que após isso parou de chover. Mas as águas permaneceram sobre a terra durante 150 dias. E depois disso Deus se lembrou de Noé e dos que estavam com ele na arca e fez passar um vento sobre a terra para baixar as águas. E em relação aos animais a Bíblia narra que foram 2 de cada espécie dos animais impuros, e 7 pares das espécies dos animais puros.

 

Veja aqui um estudo cientifico sobre “A Arca de Nóe” e sua historia

 

 

A arca nas tradições antigas

A história da Arca de Noé foi objeto de muita discussão na posterior literatura rabínica. A falha de Noé em advertir outros sobre a inundação foi largamente vista como fonte de dúvidas sobre a sua bondade. Era ele o único virtuoso em uma geração má? De acordo com uma tradição, ele passou adiante a advertência de Deus, plantando cedros por cento e vinte anos antes do Dilúvio, a fim de que os pecadores pudessem ver e ser instados a alterar seu comportamento.

A fim de proteger Noé e sua família, Deus colocou leões e outros animais ferozes a guardá-los contra os ímpios que escarneciam deles e causavam-lhes violência. De acordo com um midrash, foi Deus, não os anjos, que reuniu os animais para a arca, juntamente com os seus alimentos. Como havia necessidade de distinguir entre animais limpos e imundos, os animais limpos se deram a conhecer através do rebaixamento diante de Noé à medida que eles entravam na arca. Uma opinião diferente sustenta que a própria arca distinguia os puros de impuros, admitindo sete dos primeiros e dois dos segundos. Noé se encarregou dia e noite da alimentação e dos cuidados para com os animais, e não teve sono pelo ano inteiro a bordo da arca.

Os animais foram os melhores de suas espécies e assim comportavam-se com extrema bondade. Eles se abstiveram de procriação a fim de que o número de criaturas que desembarcassem fosse exatamente igual ao número que embarcou. O corvo criou problemas, recusando-se a sair quando a Arca de Noé enviou-o primeiro e acusou o Patriarca de querer destruir sua raça, mas, como os comentadores salientaram, Deus quis salvar o corvo para que os seus descendentes fossem destinados a alimentar o profeta Elias.

 

Veja aqui um estudo cientifico sobre “A Arca de Nóe” e sua historia


Comentário

Olá galera nota 10 Infornew! Cedo no Cristianismo, escritores elaboraram significados alegóricos para Noé e a arca. Na primeira epístola de Pedro, aqueles salvos pela arca das águas da inundação eram vistos como os precursores da salvação através do batismo dos cristãos, e o rito do batismo anglicano ainda pede a Deus, "que de sua grande misericórdia salvou Noé", que receba na Igreja as crianças levadas para batismo.

Artistas freqüentemente retrataram Noé de pé em uma pequena caixa sobre as ondas, simbolizando a salvação de Deus através da Igreja e sua perseverança através do tumulto, e Santo Agostinho de Hipona (354–430), na obra Cidade de Deus, demonstrou que as dimensões da arca correspondiam às dimensões do corpo humano, que é o corpo de Cristo, que é a Igreja.

São Jerônimo (347–420) chamou o corvo, que foi enviado adiante e não retornou, de "chula ave de abominação" expulsa pelo batismo; enquanto a pomba e a folha de oliva vieram para simbolizar o Espírito Santo e a esperança de salvação e, eventualmente, de paz. Infornew seu mundo digital na web e aqui.  

 

Veja aqui um estudo cientifico sobre “A Arca de Nóe” e sua historia

 

 

                                     Publicidades